Saúde: dever do estado e direito do cidadão?

Foi em 2016 quando na minha participação no Fórum Mundial da Saúde no DF do México, publicamente questionei este adágio: A saúde é um dever do estado e um direito do cidadão.


Resulta ser que, em palavras mais ou vírgulas menos, em quase todo o mundo se repete este conceito como se fosse um dogma, uma expressão mágica tirada da cartola dos neo pensadores da saúde desde o pós guerra ou durante nossa chamada era da globalização.

Ao princípio a expressão para lógica, politicamente correta e socialmente justa. Sou que, após uma reflexão semântica e prospectiva do pragmatismo, nos resta uma única conclusão: Isso não funciona!! Simplesmente por duas rações:


O estado não tem saúde para dar.

Saúde não é uma questão de direito.


Pela razão número 2 veremos que o Estado não tem SAÚDE para dar. No melhor dos casos, ele pode oferecer serviços médicos para tratar doenças, oferecer remédios e algum dinheiro para as pessoas doentes sem recursos. Melhor que isso, o governo poderia oferecer plataformas de educação sobre o que fazer para viver de forma saudável.


Então, ter saúde não se trata de DIREITOS, e sim de uma série de atividades práticas do indivíduo. Nestas atividades temos uma boa alimentação, atividades físicas apropriadas, beber líquidos saudáveis em quantidades certas, manter um bom equilíbrio emocional, nos relacionar com os outros biomas de forma saudável e uma série de outras coisas mais.

Isto não se logra por DIREITOS, e sim por uma decisão pessoal de auto responsabilidade.

Pense nisso e faça sua parte, aprendendo a viver de forma biogênica.