Salvia officinalis

   

A Sálvia é um arbusto da família das Lamináceas de origem Europeia que atualmente cresce espontaneamente ou por cultivo em todos os continentes. Dentre mais de 2000 espécies (1), as mais conhecidas são a Salvia officinalis e a Salvia sclarea.

 

Neste caso, a espécie empregada na oxidologia botânica é a Salvia officinalis de origem Francesa.  As folhas da Salvia desidratadas têm uma cor verde clara e são uma fonte natural de óleo essencial, contendo altas quantias de cânfora, a-tujona, b-tujona e cineol (2). Outros princípios ativos são: borneol, ácido rosmarínico, luteolina (3) e um princípio ativo amargo característico das diversas espécies de Salvia, a picrosalvina (4). 

 

A EMA (European Medicines Agency) indica seu uso a partir das folhas entre outras coisas para tratamento de problemas da boca e da garganta (5).

 

Em 2014, Cientistas Italianos da Universidade de Messina, pesquisaram e publicaram os efeitos benéficos da Sálvia em pacientes com problemas de memória e declínio cognitivo, incluindo demência. (6) Nesse mesmo sentido, um grupo de acadêmicos Britânicos do Psychology Brain Departamento in the Newcastle University obtiveram resultados surpreendentes empregando óleo essencial de Sálvia mediante inalação no desempenho intelectual, velocidade da memória, concentração e bom humor. (7)

 

Em Outubro de 2017, um grupo de pesquisadores publicou nas páginas do Journal of Traditional and Complementary Medicine que a Salvia officinalis comprovou ter potencial farmacológico como antioxidante, anti inflamatório, anti mutagénico e ainda anticancerígeno (8).

 

A linha Harome para a oxidologia botânica apresenta as folhas rasuradas e flocadas de “Salvia officinalis”, desidratadas a baixa temperatura, em embalagem contendo 50 gramas, com, no mínimo, 96 % de partes ativas.