Mentha arvensis 

 

Da família das Lamináceas (Labiatae), o gênero Mentha é constituído por mais de 25 espécies (1), dando especial destaque para a Mentha arvensis, considerando a quantidade de princípios ativos e pesquisas acadêmicas atreladas à ela. (2) 

Chamada de Menta Japonesa ou Menta do Marrocos, ela tem sido cultivada por décadas no Japão, China, Índia, Marrocos, Canadá e países sul-americanos, incluindo o Brasil. As folhas e o óleo essencial são uma rica fonte de Menthol, Menthone, Isomenthone, Neomenthol, Piperitone, Menthyl acetato, Limoneno, Pulegona e Menthofuranos. (3) 

 

Os bancos de dados acadêmicos oferecem inúmeras pesquisas pré-clínicas e clínicas realizadas em diversos países do mundo sobre a Mentha arvensis e seu potencial antioxidante, hepato-toxicidade induzida (4), da capacidade antibacteriana (5), Parkinson, Alzheimer e nas funções da memória (6), bronco dilatação e asma (7), anticolesterol (8), nas cardiopatias (9) e na síndrome do intestino irritado. (10)  

 

No campo das pesquisas sobre Mentha arvensis em oncologia, identificaram uma atividade prospectiva em vários tipos de câncer (11). Trabalhos pré-clínicos inéditos demonstraram o fator protetor de células saudáveis, após empregar Mentha arvensis em cobaias tratados com radiação (12), o que mudaria o cenário dos danos colaterais ocasionados por este tipo de terapia, ostentando ela eficácia radioprotetora. (13) 

 

Regionalmente, pesquisadores brasileiros de diversas universidades do Rio de Janeiro publicaram em outubro de 2017 conclusões similares do potencial da Mentha arvensis com antifúngico e antioxidante (14). 

 

A linha Harome para a oxidologia botânica apresenta folhas de Mentha arvensis em flocos de tamanho médio, numa concentração mínima de 98 % de partes ativas, em embalagem integral, contendo 50 Gramas.